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Garotinho denuncia Globo na Globo

Garotinho denuncia Globo na Globo Cleovane - IBGE Selbach 20/09/2014 Manter esta mensagem na parte superior de sua caixa de entrada Para: joseenedir@hotmail.com Outlook.com Exibição Ativa Garotinho vs Globo Reproduzir vídeo Em entrevista a tv Globo (RJTV 1 edição Anthony Garotinho acusa a TV GLOBO de sonegar impostos 18/9/2014 00:02:11 Adicionado em 18/09/2014 48.053 exibições Candidato a Governador do Rio de Janeiro, Garotinho mostra sonegação da Globo em entrevista na própria Globo. Entrevistadora muda de assunto e vai falar de IPVA... Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=26AScYi2_4c

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Conheça o novo delegado de FW e veja suas idéias para melhorar a segurança na cidade
09/09/2011
Conheça o novo delegado de FW e veja suas idéias para melhorar a segurança na cidade
José Enedir Francisco/LeiaAgora

Quem é o delegado de polícia Dinarte Marshall Júnior? De onde veio, qual a sua formação, torce por algum time, tem hobby? Há menos de meio ano respondendo pela Delegacia de Polícia de Frederico Westphalen, ele ainda é pouco conhecido da população, mas já mostrou que é um profissional de ação. “Acompanho o cumprimento de mandados e diligências fora da sede. Sou um policial de rua”, diz.

Numa dessas operações, foram cumpridos 12 mandados, com 13 prisões e várias apreensões de drogas, armas, dinheiro e equipamentos eletrônicos. Nesta entrevista exclusiva ao Leia Agora, Dinarte Marshall Júnior fala sobre seu trabalho e suas metas para a segurança do município.

A maior parte desta entrevista foi feita por e-mail. Ontem, fui ao gabinete do novo delegado para uma conversa pessoal. Comecei perguntando sobre sua origem, sua vida, seus prazeres – queria traçar o seu perfil -, mas ele, por razões compreensíveis, me disse: “Prezado Enedir, por razões de segurança pessoal e de familiares, me abstenho de responder a perguntas de cunho pessoal”. Entendi. Então, passamos a conversar sobre questões profissionais. É o que você, leitor, verá daqui em diante:

Uma das ações da Polícia em Frederico

Leia Agora - O que o levou a escolher a carreira de policial?
Marshall Júnior - Dentre as carreiras jurídicas, acredito ser a atividade policial, por ser dinâmica, a que possui um perfil que mais se amolda ao meu. Creio também que a carreira policial é a que mais se aproxima do ideal de promoção da justiça e da segurança pública. Admiro a função que escolhi. Não me vejo fazendo outra coisa. Não é pelo salário que estou aqui.

Leia Agora – Na sua visão, como um policial de comando deve agir e o que o faz ter sucesso na carreira?
Marshall Júnior - Qualquer profissional que possua a função de comando ou chefia deve liderar pelo exemplo e atitudes e não apenas impondo a sua autoridade. Se o delegado de polícia agir com respeito à legalidade, aos direitos humanos, tendo serenidade em suas decisões, pautando o seu trabalho no combate ao crime e manutenção da ordem pública, ele será um profissional de sucesso.

Leia Agora – Qual é a situação da sua Delegacia, em termos de estrutura, equipamentos e recursos humanos?
Marshall Júnior - Instalações inadequadas – a DP funciona em um imóvel alugado, no qual foram adaptados dois apartamentos residenciais e uma garagem para se fazer um órgão policial; equipamentos insuficientes – computadores e impressoras desatualizados e insuficientes; viaturas em número insuficiente - somente uma está em boas condições; coletes balísticos e armamentos adequados; equipamentos de investigação insuficientes ; efetivo de pessoal aquém do número ideal.

Leia Agora - O senhor já conhece bem a realidade de Frederico?
Marshall Júnior - Diria que sim. Faz parte do meu perfil. Não consigo ficar muito tempo em gabinete. Acompanho o cumprimento de mandados e diligências fora da sede. Sou um “policial de rua”. Operacional como se diz no vernáculo policialesco.

Leia Agora - Quais os seus planos para Frederico Westphalen?
Marshall Júnior - Dar continuidade ao trabalho que já vem sendo desenvolvido. Mas tenho um sonho, que o herdei de meu antecessor, o Delegado Alicildo Passos: o de ver construída a sede da Delegacia de Polícia. Implantando o projeto da “delegacia padrão”, nos moldes do que se tem de mais moderno para a atividade. E dessa forma, assegurar uma prestação de serviço na segurança pública com a maior qualidade possível atendendo cada vez melhor o cidadão.


Leia Agora – Talvez por coincidência, as polícias locais e federais têm realizado várias ações no combate ao tráfico, contrabando, jogos. Os senhor acha que aí estão os principais problemas de contravenção no município?
Marshall Júnior – Acredito que o tráfico de drogas, seguido pelos furtos em veículos e furtos residências são os crimes que mais assolam a comunidade Frederiquense.

Leia Agora – Por que o senhor criticou a ação da Polícia Rodoviária Federal aqui? Ela prejudicou o seu trabalho?
Marshall Júnior - o questionamento foi no sentido da legalidade das investigações levadas a efeito pela PRF. A minha é a posição da instituição, Polícia Civil, bem como da Polícia Federal, pois há em tramitação no STF uma ação declaratória de inconstitucionalidade (ADIN 4447)  atacando essa usurpação das funções das polícias civis e federais, que rotineiramente têm sido feitas pela PRF.
À luz da Constituição Federal, com observância aos direitos individuais nela previstos, especialmente aqueles previstos no artigo 5.º, XI, X e LVI, que se referem, respectivamente, à inviolabilidade de domicílio, intimidade e vida privada, incolumidade física e moral e inadmissibilidade das provas obtidas por meios ilícitos, e em consonância com as normas e princípios que regem a Defesa do Estado e das Instituições Democráticas, que disciplinam as atribuições dos Órgãos de Segurança Pública, tem-se que a Polícia Rodoviária Federal não possui a atribuição para exercer atos de polícia judiciária e implementar investigação criminal, interceptação telefônica, execução de mandados de busca e apreensão, etc., bem como quaisquer outros visando apurar autoria e materialidade de crimes, ou seja, descobrir os autores de um crime. As funções da PRF estão disciplinadas no art. 144 parágrafo 2º da CF, que se restringe ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais. Dentre as suas funções, cabe à PRF prender em flagrante quem esteja cometendo um delito na sua esfera de atribuição, diferentemente de investigar crimes dentro de uma cidade como no caso em tela. Pelas mesmas razões, não se deve ignorar o Estado Constitucional e Democrático de Direito e subverter a Ordem Constitucional admitindo-se que o Órgão encarregado do patrulhamento ostensivo das rodovias federais, se encarregue de abastecer o Ministério Público Estadual com elementos de prova a fim de subsidiar representação pela expedição de mandados de prisão temporária e de busca e apreensão a serem cumpridos por quem não detém atribuição para tanto. A Constituição Federal no seu art. 144 parágrafo 4º, bem como a Constituição Estadual no art. 133 e o código de processo penal no artigo 4o e seguintes, definem a quem pertence a atribuição de investigar os crimes em questão. As provas obtidas por meios em flagrante violação às normas constitucionais e processuais são ilícitas e ilegítimas, bem como todas as demais provas que dela advierem, podendo acarretar a nulidade de todo o procedimento investigatório. Por tal razão questiono a operação realizada, pois prejudica o trabalho da polícia civil na medida em que contamina as provas e fazem do procedimento policial algo sem valor. Não se pode admitir em um estado democrático constitucional de direito, no qual vivemos, a violação das regras e leis ainda que seja com o pretexto de se "promover a justiça" e prender criminosos. Se assim agirmos estaremos retrocedendo nas conquistas dos direitos e garantias individuais e abrindo um precedente perigoso.
Ademais, como se soube, a PRF ficou 10 meses investigando e compareceram à operação 90 policiais. Se está sobrando tempo e pessoal para que a PRF investigue crimes, significa que nossas rodovias federais estão bem patrulhadas, significa que não são usadas como rota para entrada de armas e drogas, e significa que não temos acidentes com vítimas fatais em numero significativo. Muito pelo contrário, a situação real não evidencia isso. Segundo dados estatísticos do DNIT,  MJ e DPRF, de 1995 a 2009 o número de acidentes nas BRs quase dobrou e o efetivo da PRF reduziu em cerca de mil policiais. No mesmo período, a frota nacional de veículos cresceu em 54% e a malha rodoviária federal em 56%.


Leia Agora – O senhor deve ter dados sobre isso (embora muitos casos sequer são registrados porque o cidadão não acredita na eficiência policial), mas como estão e como serão tratados os arrombamentos de empresas e residências, roubos de animais e equipamentos na zona rural etc?
Marshall Júnior - os crimes citados na questão, na medida das nossas limitações, serão investigados como todos os demais crimes que nos são noticiados.

Leia Agora – O senhor sabe que os ladrões de empresas, residências e de animais são figuras bem conhecidas. É possível tirá-los de ação?
Marshall Júnior – Em apertada síntese, na medida que se apura quem cometeu o delito – a chamada autoria - os elementos de convicção são formalizados em um procedimento, que é remetido ao poder judiciário, que decide se condena ou não esses criminosos.

Leia Agora – Por falar em descrédito do cidadão na Polícia e na Justiça, o senhor acha que é possível reverter isso? Como fazer?
Marshall Júnior - Não entendo nesse sentido. Os números de registros de boletins de ocorrências evidenciam que não há descrédito do cidadão nos órgãos de segurança pública e no judiciário.

Leia Agora – Uma “moda” atual de contravenção é a explosão de caixas eletrônicos. Isso começa nas cidades grandes e depois vem para o interior. Como o senhor pretende evitar isso aqui?
Marshall Júnior - Tais crimes são de difícil previsão. O que temos feito é a intensificação na fiscalização das pedreiras e mineradoras da região que manuseiam explosivos, sendo que fizemos 3 apreensões com 2 prisões em flagrante no mês de julho.

Leia Agora - O delegado anterior, fora de suas atividades profissionais, era militante de partido político. O senhor está ligado a algum partido?
Marshall Júnior – Não possuo filiação partidária tampouco aspiração à carreira política, mas tenho minhas convicções políticas e as defendo. Defendo também que a política é um meio de transformação e desenvolvimento da sociedade e não devemos ficar à sua margem. Devemos participar da atividade política exercendo o sufrágio, não por ser obrigatório, mas por acreditar nele, cobrando dos nossos representantes as propostas apresentadas em campanha, bem como acompanhando a sua vida política.

 







Se a eleição ao Governo Gaúcho fosse hoje em quem você votaria?
1 - José Ivo Sartori
2 - Tarso Genro
OBS: É uma enquete, não tem valor científico.
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